feminefisioterapia

Archive for setembro 2011

Mastite é uma infecção bacteriana de um ou mais segmentos da mama, geralmente unilateral, tendo como porta de entrada, na maioria das vezes, a fissura mamilar.

Dentre os fatores predisponentes das mastites estão fadiga, estresse e todas as situações que favoreçam a estagnação do leite materno. Os agentes mais comuns causadores das mastites são: Staphylococcus áureos, Escherichia coli e, raramente, Streptococcus.

O quadro clínico da mastite é caracterizado por dor intensa, calor e hiperemia no local afetado, febre e mal-estar geral. Os sintomas gerais, em muitos casos, lembram a sintomatologia da gripe. Na maioria dos casos de mastite, o calor e o edema são unilaterais ao contrário do ingurgitamento, que mais frequentemente é bilateral.

É importante salientar que o diagnóstico de mastite não contra-indica a amamentação, sendo fundamental o esvaziamento mamário completo para que se evitem complicações. O ideal é iniciar a mamada pela mama contralateral para que a descida do leite facilite a sucção no lado afetado.

O repouso, associado ao uso de antibióticos e analgésicos, é de fundamental importância para a resolução da mastite. O médico deverá ser consultado para a escolha criteriosa da medicação, considerando-se sempre seus efeitos na criança.

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O ideal é até seis meses de idade como alimento único e exclusivo, isto é, sem água, nem suco, nem sopinha, nem chás.

Após seis meses, o leite de peito continua importantíssimo e é o alimento básico, mas é necessária a introdução de alimentos complementares oportunos. É recomendado manter a amamentação até os dois anos de vida ou mais; o leite materno continua proporcionando vantagens nutricionais e imunológicas nesta faixa etária.

Regra geral: de acordo com a necessidade da criança (sinais de fome) ou da mãe (peitos cheios).

O recém nascido precisa ser amamentado frequentemente nos primeiros dias. Na prática, isto significa dez a 12 vezes em 24 horas. Do segundo ao sétimo dia, o intervalo entre as mamadas pode variar de uma a três horas.

Por vários motivos, ligados às circunstâncias perinatais, alguns recém nascidos nos primeiros dias são exageradamente dorminhocos. Nesse caso, se ele estiver dormindo muito, por mais de três horas, é melhor acordá-lo para mamar (despir o bebê, deixando-o só de fralda; colocá-lo sentado, em posição de alerta; fazer massagem suave nos pés, cobri-lo com uma manta e colocar no peito para mamar). Após o período neonatal, se o peso estiver ascendente, não é necessário acordá-lo.

Cada criança tem seu ritmo próprio, que deve ser respeitado. Quem faz o horário é a criança, não é o relógio. O controle deve ser feito pelo exame do bebê: atividade, vivacidade, turgor firme e pelo aumento de peso e ganho em comprimento.

OBS: Me empolguei com o livro “Aleitamento Materno, de José Dias Rego, por isso todos esses posts (e ainda tem mais!) sobre amamentação! =D

Deve-se deixar o bebê mamar o quanto tempo quiser, até quando largar o peito espontaneamente. Depois de o bebê esgotar o primeiro peito e soltá-lo, oferecer o segundo peito.

A duração da mamada é determinada pela criança: cada criança tem seu ritmo próprio. Mas se a mamada for exageradamente longa ou curta, alerta: pode estar havendo algum problema (“mamada ineficiente”).

Portanto, deixar o bebê mamar até soltar o primeiro peito; só depois oferecer o segundo. Durante todo o tempo da mamada, a pega deve ser mantida correta. A mãe, às vezes, durante a mamada, tende a afrouxar o apoio do bebê e assim retirá-lo da posição e da pega correta.

Não retirar o bebê do peito se ele ainda estivar sugando e/ou deglutindo.

Às vezes, um peito só é suficiente (principalmente nos primeiros dias). Neste caso, ordenhar o peito não oferecido (se estiver cheio e incomodando.

Fonte: REGO, 2006.

  • O bebê suga a mamadeira diferente da sucção no peito.
  • O bebê aprende a sugar diferentemente.
  • Ao passar para o peito, o bebê se atrapalha (é o que se chama “confusão de bicos”) e quer sugar só o mamilo.
  • Dessa maneira, o bebê não consegue ordenhar o leite (porque não pressiona os depósitos debaixo da aréola, os ductos lactíferos terminais).
  • Não há estímulo para reflexos de produção e de descida do leite.
  • O bebê se cansa após ficar sugando por muito tempo sem resultado.
  • O mamilo pode fissurar ou ficar dolorido (a dor pode bloquear o reflexo de descida do leite).
  • O bebê se frustra e passa a lutar contra o peito.
  • A mãe pensa que não tem leite ou que o leite é fraco.
  • O bebê passa para a mamadeira (embora a mãe tenha leite e queira amamentar).

A seguir, segue uma tabela retirada do livro “Aleitamento Materno”, de José Dias Rego,  de 2006.

Sinais de que a Amamentação Vai Bem Sinais de Possível Dificuldade
Posição Corporal
Mãe relaxada e confortável Mãe com ombros tensos e inclinada sobre o bebê
Corpo do bebê próximo ao da mãe Corpo do bebê distante da mãe
Corpo e cabeça do bebê alinhados O bebê deve virar o pescoço
Queixo do bebê tocando o peito O queixo do bebê não toca o peito
Nádegas do bebê apoiadas Somente os ombros/cabeça apoiados
Respostas
O bebê procura o peito quando sente fome Nenhuma resposta ao peito
O bebê explora o peito com a língua O bebê não está interessado no peito
Bebê calmo e alerta ao peito Bebê inquieto ou agitado
O bebê mantém a pega da aréola O bebê não mantém a pega da aréola
Sinais de ejeção do leite (vazamento; cólicas uterinas) Nenhum sinal de ejeção do leite
Estabelecimento de laços afetivos
A mãe segura o bebê no colo com firmeza Mãe segura o bebê nervosamente ou fracamente
Atenção face a face da mãe Nenhum contato ocular entre mãe e bebê
Muito toque da mãe no bebê Mãe e bebê quase não se tocam
Anatomia
Mamas macias e cheias Mamas ingurgitadas e duras
Mamilos projetando-se para fora Mamilos planos ou invertidos
Tecido mamário com aparência saudável Tecido mamário com fissuras ou vermelhidão
Mamas com aparência arredondada Mamas esticadas
Sucção
Boca bem aberta Boca quase fechada, fazendo um bico para frente
Lábio inferior projeta-se para fora Lábio inferior virado para dentro
Língua acoplada em torno do peito Não se vê a língua do bebê
Bochechas de aparência arredondada Bochechas tensas ou encovadas
Sucção lenta e profunda em períodos de atividade e pausa Sucções rápidas, com estalidos
É possível ver ou ouvir a deglutição Pode-se ouvir estalos dos lábios, mas não a deglutição
Tempo Gasto com Sucção
O bebê solta o peito naturalmente A mãe tira o bebê do peito

Para manter uma pele linda, sugerimos uma linha de tratamento que combina técnicas que propiciam resultados mais satisfatórios na suavização de manchas de pele e linhas de expressão. Este tratamento é feito em etapas e antes de iniciá-lo é fundamental uma avaliação rigorosa de sua pele.

Primeiro passo – limpeza de pele para remover impurezas e promover a limpeza dos poros.

Segundo passo – realização de sessões de radiofreqüência que promoverão o aumento na produção de fibras colágenas da pele e nutrição tecidual propiciando que sua pele reaja de uma maneira mais eficaz ao tratamento.

Terceiro passo aplicação do peeling químico, feito com ácidos especialmente escolhidos de acordo com o tipo de pele e as necessidades de cada cliente. O objetivo do peeling é promover renovação celular com suavização de manchas e linhas de expressão.

Quarto passo – Para finalizar, o último passo do tratamento é uma sessão de hidratação que potencializará todos os resultados obtidos.


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