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O Trabalho de Parto

Posted on: 02/09/2011

A contratilidade uterina é o fenômeno mais importante do trabalho de parto, indispensável para fazer dilatar o colo e expulsar o feto. Durante a gravidez, as contrações uterinas são incoordenadas, freqüentes, focais e indolores: são as contrações de Braxton-Hicks. Entre 28 e 30 semanas, possuem uma freqüência de duas a cada hora, e entre 33 e 36 semanas, até três a cada hora.

O trabalho de parto desencadeia-se quando, gradualmente, as contrações atingem a freqüência de duas a três em dez minutos, com uma duração de 30 a 40 segundos. No final do período de dilatação as contrações alcançam uma freqüência de quatro em dez minutos, com uma duração de 50 segundos.

No período expulsivo temos cinco a seis contrações em dez minutos e uma duração de 60 a 80 segundos. A essas contrações expulsivas associam-se as contrações voluntárias da gestante, efetuando os “puxos” (contração da musculatura abdominal), que proporcionam acréscimos na pressão uterina.

Depois do nascimento, geralmente duas a três contrações são suficientes para descolar a placenta. No puerpério as contrações vão diminuindo de freqüência e intensidade. Quando o recém nascido é amamentado do seio materno, a liberação reflexa do hormônio chamado ocitocina promove uma contração uterina mais intensa, muitas vezes provocando cólicas.

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