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Com o fim do ano se aproximando, reserve algumas horinhas da semana para você relaxar… dedique um tempinho para você mesma… só seu… permita-se desfrutar de momentos de profundo relaxamento e bem-estar físico e mental. Isso, de maneira alguma, é futilidade! Encare como qualidade de vida, que, por sinal, acabamos deixando de lado devido às correrias de um dia-a-dia tumultuado.

Uma sessão de massagem, quando bem realizada, tem um ótimo efeito de relaxamento. A massagem atua sobre as terminações nervosas sensitivas eliminando sensações dolorosas e produzindo uma agradável sensação de bem-estar e relaxamento. Ao mesmo tempo, a fricção das mãos provoca a vasodilatação de capilares periféricos, a zona massageada pode ficar avermelhada (hiperemia). Essa hiperemia favorece o intercâmbio de oxigênio e nutrientes, favorecendo assim a nutrição tecidual, a eliminação de toxinas e a diminuição do cansaço. Ao permitir uma melhor circulação periférica, a massagem favorece a absorção de líquidos intersticiais e redução de edemas.

Portanto, repito, reserve umas horinhas da semana para você relaxar!

O valor terapêutico da massagem estende-se além do relaxamento, embora este seja curativo e produza uma série de benefícios. A maior parte dos movimentos de massagem tem como efeitos terapêuticos adicionais o alívio da tensão muscular e a melhora da circulação. Entretanto, algumas técnicas são chamadas de “aplicadas” porque são usadas para atingir um objetivo específico, por exemplo, para melhorar a drenagem linfática ou estimular o peristaltismo do cólon. Sua utilização é determinada pela condição que está sendo avaliada; invariavelmente, a massagem é aplicada não para curar um distúrbio, mas para tratar alguns de seus sintomas. Em alguns casos, porém, a massagem é contra-indicada, devido à natureza da patologia envolvida. Consequentemente, a massagem jamais deve ser realizada “por receita”.

Qualquer método por massagem deve ser precedido de uma avaliação clínica completa do paciente, ou cliente. Não seguir essa “regra de ouro” seria muito antiprofissional por parte do terapeuta. Uma avaliação fornece ao terapeuta todas as informações relevantes sobre o paciente e ajuda a revelar qualquer condição crucial que possa ser uma contra-indicação; também fornece uma estrutura para o tratamento. Realizar a avaliação não significa, contudo, que o terapeuta esteja em posição de fazer um diagnóstico clínico, o que, na verdade, os terapeutas não devem tentar fazer!

Fonte: Cassar, 2001


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