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Você já deve ter ouvido falar muito em vitamina C. Ela é muito boa para melhorar os sintomas de um resfriado bem como melhorar a sua pele. Mas saiba que nós, seres humanos, não a sintetizamos em nosso organismo, ou seja, precisamos buscá-la em fontes externas. A pele sofre mais com essa privação, talvez como medida de defesa do organismo que priva os órgãos nobres dos baixos índices de vitamina C. A dose recomendada diária é de 100 mg em situações normais.

Vitamina C antienvelhecimento

Com o passar dos anos a pele vai se tornando cada vez mais fina, diminuindo o conteúdo de colágeno nela existente. Com a crescente incidência de radiação ultravioleta do sol e a própria exposição sem cuidados, a degradação do colágeno, natural do envelhecimento, e a produção de radicais livres é aumentada.

Nesse contexto, a vitamina C de uso tópico é inserida nos cuidados estéticos faciais em consultório e domiciliares.

Ação na formação de colágeno

Regula a síntese de colágeno tipo I e III, formando uma trama colágena madura e normal. Foi visto que ela é mais estimulante na produção de colágeno tipo I, o mais abundante da pele. Por mais que a degradação colágena seja maior quanto mais anos você acumula, o estímulo à proliferação celular e à síntese de colágeno pelas células da camada dérmica da pele (fibroblastos) é garantida pelo uso de vitamina C em cremes e loções.

Poderosa ação antioxidante

Neutraliza os efeitos nocivos dos radicais livres sobre os constituintes da derme, deixando a pele mais protegida.

Efeito clareador

A vitamina C inibe a ação da tirosinase que é a enzima responsável pela deposição de melanina e formação de manchas.

Mantenedor da integridade dos vasos sanguíneos

A vascularização é essencial para levar nutrientes até a pele bem como levar para excreção os restos metabólicos.

Identifique a vitamina C em cosméticos

Ácido ascórbico é sinônimo de vitamina C. Devido à instabilidade da molécula criaram-se outros componentes que apresentam o ácido ascórbico combinado. Estas promovem a permeação desse ativo na pele potencializando a função do ácido ascórbico. Um exemplo disso é o ascorbosilane.

AZULAY MM, LACERDA CAM, PEREZ MA, FILGUEIRA AL, CUZZI T.Vitamina C. Anais brasileiro de Dermatologia, Rio de Janeiro, 78(3):265-274, maio/jun. 2003.

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Sabemos que a amamentação deve ser oferecida sob livre demanda, ou seja, quando o bebê quiser ou sempre que ele tiver fome e por quanto tempo desejar. Mas como identificar se o seu bebê está com fome? Normalmente, a mãe aprende a identificar quando se filho está com fome e abaixo listamos algumas dicas para ajudar você nesse momento.

  • O bebê abre a boca, procura pelo peito, copo ou bico.
  • Faz movimentos ou sons de sucção, lambe os lábios, mostra a língua.
  • Põe a mão na boca
  • Faz movimentos rápidos com os olhos mesmo antes de abri-los.
  • Movimenta a cabeça para frente e para trás, franzindo as sobrancelhas.
  • Fica agitado e pode chorar.

Hoje, completamos 2 anos de nossa Clínica e estamos muito, muito felizes. Agradecemos a Deus pela oportunidade de trabalhar do jeito e com quem a gente sempre quis. Agradecemos também aos nossos familiares e amigos pelo constante incentivo e carinho e aos nossos pacientes pela confiança em nós depositada!!

A todas as mulheres que com raça, determinação de delicadeza conquistam mais e mais espaços na sociedade. A todas mulheres as batalhadoras que, mesmo diante de grandes adversidades, jamais desanimam. A todas as mulheres que valorizam sua saúde e seu bem-estar, os nossos mais sinceros PARABÉNS pelo Dia Internacional da Mulher!

Para melhorar uma pega, pode ser necessário colocar o bebê na posição invertida ou na posição em “cavalinho”. Essas posições são boas quando a mãe, destra ou canhota, tem dificuldade para colocar o bebê para mamar no seio oposto ao braço em que tem melhor coordenação motora ou para mamas grandes, doloridas ou com fissuras. Na posição em “cavalinho”. O bebê fica sentado na coxa da mãe, de frente para o seio, de pernas abertas, cavalgando a coxa da mãe. Na posição invertida, a mãe fica sentada e o bebê e seguro debaixo de seu braço como uma bola de futebol americano.

posição invertida

posição de cavalinho

Uma boa pega é também fundamental para um transcurso adequado da amamentação.

Não basta o bebê estar mamando o peito; é preciso que ele esteja mamando corretamente, e isto tem que ser checado. Todas as características de uma boa pega e nenhuma característica de uma má pega devem estar presentes para que a pega seja considerada correta, eficaz.

A boca deve estar bem aberta, parecendo uma boca de peixe. O lábio inferior deve estar voltado para fora, senão deve-se puxar o queixo da criança para baixo com o dedo indicador. Não deve haver estalidos ou formação de covinhas nas bochechas ao mamar. E, importante, a mãe não deve sentir nenhuma dor ao amamentar. Dor ou ardor, estalidos e covinhas ocorrem na maior parte dos casos devido à pega incorreta do seio, a pega só do mamilo.

Também se percebe que a criança deglute o leite e que ela fica relaxada e satisfeita ao final da mamada. O bebê engole a cada uma a quatro sucções. O movimento da deglutição é observado ou escutado. As sucções do bebê profundas e lentas seguidas de deglutição mostram que o leite está fluindo para a boca do bebê. É sinal de uma sucção eficaz o bebê sugar lenta e profundamente. Isto é um sinal importante de que ele está recebendo leite. Um bebê usualmente suga algumas vezes rapidamente, iniciando assim o reflexo da ocitocina. À proporção que o leite começa a fluir e sua boca se enche de leite, sua sucção se torna mais profunda e mais lenta. Então, ele pára e começa outra vez com algumas sugadas curtas.

Na pega incorreta, o bebê suga rapidamente todo o tempo, e isto é um sinal de que ele não está recebendo leite, pois não está sugando efetivamente.

 

Características da boa pega e da má pega

Pega correta, eficaz Pega incorreta, ineficaz
 

Boca bem aberta

Lábio inferior virado para fora

Língua acoplada em torno do seio

Bochechas redondas

Mais aréola acima da boca do bebê

Sugadas lentas e profundas, ruídos e pausas

Pode-se ver ou ouvir a deglutição

 

Boca pouco aberta, aponta para frente

Lábio inferior virado para dentro

Língua do bebê não visível

Bochechas tensas ou para dentro

Mais aréola abaixo da boca do bebê

Apenas sugadas rápidas

Ouvem-se ruídos altos ao sugar

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