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Durante a gestação, o organismo da mulher passa por muitas alterações e, provavelmente,     em nenhuma outra fase da vida da mulher exista maior mudança no funcionamento e forma do corpo em tão curto espaço de tempo.

Como manter-se linda com tantas mudanças?

Faça exercícios físicos regularmente! Se você nunca praticou exercícios, saiba que a gestação não impede que você comece a se exercitar, desde que com liberação médica e supervisão de um profissional capacitado. Existem muitos benefícios da prática de exercícios na gestação.  O exercício ajuda a manter os níveis de glicose e a pressão arterial normais e também auxiliam você a controlar o ganho de peso. Peça a liberação para se médico, procure um profissional capacitado e inicie um programa de exercícios adaptado para esta fase de sua vida.

Cuide de sua postura! Com o avanço da gestação, o aumento do útero contribui para causar sobrecarga da região lombar. Assim, manter uma boa postura ao longo do dia é fundamental para evitar dores e desconfortos.

Use filtro solar! A proteção, tanto Ultra-violeta A quanto Ultra-violeta B é imprescindível, pois, devido às alterações hormonais características do período gestacional, as manchas de pele são bastante comuns nesse período.

Faça drenagem linfática! A retenção hídrica ocorre naturalmente na gestação. Os movimentos suaves da drenagem direcionam esse liquido excedente nos tecidos em direção aos gânglios e aos órgãos excretores para ser eliminado. Como resultado, você se sentirá mais leve e bem disposta.

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Muitos pacientes beneficiam-se da aplicação de massagens para prevenção de fibroses e aderências cicatriciais, assim como de drenagem linfática manual, de enfaixamento compressivo e dos exercícios linfocinéticos para a prevenção e tratamento de linfedemas. Nos casos de linfedema, a fisioterapia também esclarece os pacientes sobre os fatores que podem causar linfedema e os cuidados com a pele.

A adequação da massagem para o paciente com câncer depende de diversos aspectos, incluindo o tipo de câncer, se está ativo ou em remissão ou se é terminal. Também devem ser considerados os tipos de movimento de massagem a ser executado, o objetivo e a extensão da aplicação, local ou sistêmica.

A massagem é aplicada para aliviar a percepção da dor, reduzir a ansiedade e aumentar o relaxamento. Porém, devem ser tomados alguns cuidados, pois o paciente com câncer pode apresentar trombocitopenia, redução no número de plaquetas, após o tratamento com quimioterapia e radioterapia. Tal condição torna os tecidos muito sensíveis e, assim, os movimentos pesados de massagem devem ser omitidos. Nestes casos, a massagem é limitada a uma ou duas regiões do corpo – por exemplo, nas mãos, no rosto e nos ombros ou pés para efeito de relaxamento e de forma muito leve.

Como ocorre com outros problemas, a massagem tem suas limitações e contra-indicações. Ela não deve ser aplicada diretamente sobre um tumor ou região próxima a ele ou sobre gânglios linfáticos a ele conectados. As áreas que recebem radioterapia tornam-se muito sensíveis ao toque e aos movimentos na pele e, portanto, a massagem nessas regiões pode causar desconforto. Assim, as áreas que passaram por radiação recentemente, não recebem massagem. Outra razão é a pele irradiada tornar-se muito frágil e propensa a sofrer danos com a massagem. As áreas de tratamento também não devem receber óleos e loções, que podem interferir com a radiação.

Um efeito muito significativo da massagem é o apoio emocional que ela oferece ao paciente, seja efetuada no corpo inteiro seja em uma região pequena, como a mão. As pesquisas clínicas indicam que o toque é extremamente importante no processo de cura, já que invariavelmente cria uma sensação de carinho e bem-estar no paciente. O apoio emocional para a pessoa com câncer tem um valor inestimável, desde o início da condição.

Desde que não existam contra-indicações, a massagem pode ser aplicada com cuidado no período de tratamento e depois deste ou quando se iniciam os cuidados paliativos. Ela é usada para aliviar alguns dos sintomas tais como fadiga e dor, e para dar continuidade ao apoio emocional.

Esta abordagem aos pacientes com câncer também é utilizada com sucesso pelo Instituto Paulista de Cancerologia.

A célula responsável pela pigmentação de nossa pele é o chamado melanócito. Ele sintetiza a melanina que é responsável pela cor da pele. Brancos, pardos e negros apresentam o mesmo número de melanócitos. O que difere a pigmentação é a liberação por parte dos melanócitos de grânulos de melanina (malanossômos) e posterior deposição no interior das células mais superficiais da pele (queratinócitos). Pessoas negras liberam melanina até a camada córnea sem ser degradada, ao contrário de brancos que a liberam nas camadas epidérmicas mais profundas, em conjunto, sendo degradados mais facilmente.

A melanina serve como uma proteção contra a radiação ultravioleta. Ela absorve os raios solares e pigmenta a pele, impedindo que a radiação altere o núcleo da célula epidérmica, o que seria muito danoso. Essa pigmentação é o que confere o efeito bronzeado, que vai desbotando se o estímulo solar é cessado, pois os queratinócitos vão sendo esfoliados naturalmente, devido ao processo constante e natural de renovação celular.

A reação que dá origem ao pigmento melanina é realizada por uma enzima chamada tirosinase. Algumas manchas podem ocorrer quando a liberação dessa enzima é estimulada com conseqüente aumento na produção de melanina. Certos fatores servem como “estímulo” para o aumento da atividade da tirosinase. Dentre eles podemos citar o fator genético, a exposição solar demasiada e sem proteção, a ação hormonal de progesterona e estrogênio seja por anticoncepcionais ou gestação, distúrbios nutricionais e alguns medicamentos fotossensíveis.

Portanto, para prevenir esse tipo de mancha devemos tentar ao máximo diminuir a exposição a esses agentes agressivos e sempre usar o filtro solar para que a melanina não pigmente em resposta à radiação ultravioleta (sol, lâmpadas, computador…).

Primeiro, veja como o sebo é excretado:

    

A pele apresenta como anexo o folículo pilossebáceo, composto pelo pelo, pela glândula sebácea e pelo músculo eretor do pelo. Na face os folículos apresentam pelos mais finos com glândulas sebáceas mais desenvolvidas, com exceção das regiões de barba no homem. A glândula sebácea produz o sebo e este chega a superfície através do folículo pilossebáceo que se abre sobre a face.

A quantidade de sebo depende da ação dos andrógenos na unidade pilossebácea, pois as glândulas sebáceas só possuem receptores para esse hormônio. O hormônio androgênico mais potente é a testosterona. Ela atua no crescimento e pigmentação dos pelos, na produção de ácidos graxos, no aumento de colágeno e na facilitação da formação de culturas de microorganismos cutâneos. Quando ocorre um aumento descontrolado desse hormônio, há o aparecimento da acne. Por isso, a forma mais freqüente de acne é caracterizada pela acne juvenil ou acne vulgar, que atinge adolescentes pela ação hormonal.

No sexo masculino ocorre uma maior incidência e com maior gravidade. A incidência é aumentada também nas pessoas de pele branca. A explicação para essa prevalência é o fato de que as pessoas de raça branca têm mais glândulas sebáceas que negros e homens apresentam uma secreção sebácea maior pela circulação de mais testosterona.

A Acne está relacionada diretamente com a pele oleosa, que apresenta uma produção de sebo em excesso.  Esse sebo ressecado se junta com a pele descamada e obstrui a abertura do folículo pilossebáceo impedindo a saída do sebo para a superfície. Isso dá origem aos comedões (cravos) abertos e fechados. Os comedões favorecem a proliferação de microorganismos, e as bactérias começam a se acumular nos poros cutâneos, provocando a inflamação característica da acne, as pápulo pústulas, conhecidas como espinhas.

Além disso, por razões desconhecidas, a pele começa a fazer uma hiperqueratinização, ou seja, a pele fica mais grosseira. Esse aumento de espessura se estende para o interior no folículo pilossebáceo, o que resulta em uma maior obstrução da saída do sebo.

As pessoas que têm pele oleosa sabem o quanto incomoda o excesso de sebo/gordura sobre a face principalmente. O rosto apresenta uma maior produção de sebo, pois, na face, as glândulas sebáceas (produtoras de sebo) são mais desenvolvidas. Por isso, a sensação de maior oleosidade é no rosto, que fica brilhoso e com aspecto de sujeira. Na tentativa de melhorar essa sensação, o indivíduo acaba por lavar o rosto várias vezes por dia, o que resulta em estímulo à produção de mais sebo, por um efeito rebote sobre as glândulas sebáceas.

Como explicado previamente em outro post, as glândulas sebáceas produzem o sebo, formando o manto hidrolipídico sobre a pele, que impede a penetração dos microorganismos e a desidratação das células vivas que estão logo abaixo.  O seu funcionamento é controlado principalmente pela ação de hormônios andrógenos, mas também é regulada pela própria quantidade de sebo presente, pela temperatura e pela idade.

Portanto, se você lava o rosto excessivamente, ocorre um efeito rebote sobre as glândulas sebáceas. O organismo detecta que está faltando sebo na superfície e consequentemente estimula as glândulas sebáceas a secretar mais sebo. Lavar duas ou três vezes por dia com sabonetes faciais adequados e água fria é o bastante.

Como já falamos em posts anteriores é muito importante para a Saúde das Mulheres que elas fortaleçam seus músculos do assoalho pélvico (veja o post específico sobre assoalho pélvico). Uma das maneiras de se fazer esse fortalecimento é através de cones vaginais.

Um cone vaginal é um dispositivo que se pode inserir na vagina para fornecer resistência e feedback sensorial aos músculos do assoalho pélvico à medida que eles se contraem. Essa terapia é muito útil para ajudar a mulher a distinguir quais são seus músculos perineais, aumentando assim a propriocepção dessa região o que é muito importante, uma vez que muitas mulheres não conseguem distinguir seus músculos perineais.

Comercialmente, encontra-se um conjunto de cinco cones, de forma e tamanho iguais e peso que varia de 25g a 75g.

Quando o cone de peso correto é inserido na vagina ele tende a sair, causando a sensação de perda do cone, fazendo com que os músculos do assoalho pélvico que circundam o cone se contraiam em resposta. Portanto, o cone é mantido na vagina pela contração dos músculos do assoalho pélvico.

Embora os cones sejam de fácil manuseio, a orientação de um profissional capacitado é fundamental, pois assim como existem as indicações, existem também as contra-indicações para o uso dos cones. Além disso, a paciente deve ser orientada quanto a maneira correta de se colocar o cone, qual peso utilizar, qual a duração do tratamento. Com a utilização correta, o cone é um método de sucesso para o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico.

O enfaixamento compressivo deve ser utilizado para manter e incrementar os efeitos da drenagem linfática manual. A grande maioria dos linfedemas ocorre devido a uma insuficiência linfática. O enfaixamento tem como objetivo aumentar o fluxo linfático através do aumento de pressão tecidual e prevenir um novo acúmulo de líquido após a drenagem linfática manual, gerando uma compressão extra que ajudará a compensar esta insuficiência linfática. O enfaixamento deve ser funcional e a pressão deve ser maior na mão e deve ir diminuindo em direção à axila. A manutenção da redução obtida através do enfaixamento compressivo deve ser realizada com o uso de braçadeiras elásticas. Nos linfedemas que não são reversíveis espontaneamente, o uso da braçadeira deve ser contínuo.

 


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