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O que você pode e deve fazer no verão

Limpeza de PeleIndicada para a maioria das pessoas para deixar a pele mais limpa, removendo o excesso de secreção e permitindo que a pele “respire” melhor. É a maneira correta de realizar a extração de microcomedões, comedões abertos (cravos) e fechados, bem como as pústulas de acne (espinhas), evitando a contaminação de outra região facial. Rosto, pescoço, colo e costas são as regiões de tratamento. Os milliuns (pontinhos amarelos que não tem característica de pústula) também são removidos de maneira asséptica. Juntamente com a limpeza de pele, se identificada oleosidade excessiva, faz-se o Desincruste, para remover o excesso de secreção sebácea.

Peeling Químico por GluconolactonaÚnico peeling químico que pode ser aplicado no verão, pois não tem restrições quanto à exposição solar e risco de manchar a pele. Indicado como auxiliar no tratamento de peles envelhecidas, desidratadas, manchadas e sensíveis.

Radiofrequência – Estimula a formação e reorganização do colágeno, tendo como efeito secundário o aumento da hidratação tecidual. Tratamento indicado para flacidez de pele e sulcos. Não necessita de cuidados extras com o sol.

Esfoliação e Hidratação – Indicado para retirar o excesso de células mortas, para posteriormente aplicar uma máscara composta de ativos hidratantes, umectantes, antioxidantes e tensores.

Ionização – Através de corrente elétrica, o procedimento favorece a penetração de princípios ativos anti-aging (anti-envelhecimento).

 

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Muitos distúrbios da pele podem ser tratados com peelings químicos. As queixas principais são as manchas e o envelhecimento. O tratamento dessas duas queixas através de peelings químicos é normalmente realizado no inverno, época em que há menor incidência da radiação ultravioleta do sol. Atentar para o fator solar é importante porque os ácidos provocam algumas reações. Vermelhidão, coceira, ardência, descamação, repuxamento são reações normais, pois o ácido vai romper as barreiras mais superficiais da pele para, a partir daí, fazer a renovação celular. Ocorre uma agressão  à pele, que fica muito sensível ao sol, pigmentando facilmente se não forem tomados os devidos cuidados.

Porém, existe o Peeling Químico por Gluconolactona que não induz à fotosensibilidade e, portanto, pode ser aplicado sem preocupações no verão. A gluconolactona é um ácido biocompatível com a pele, da família dos polihidroxiácidos (PHAs), assim chamados devido a sua estrutura química.

 

Ações da Gluconolactona

  • Acelera a renovação celular de maneira mais suave, não induzindo a fotosensibilidade.
  • Excelente capacidade antioxidante, auxiliando na proteção da pele contra a ação dos radicais livres, grandes responsáveis pelo envelhecimento cutâneo.
  • Função hidratante e umectante pela capacidade de atrair água.

 

A gluconolactona tem baixo poder de irritação e boa tolerância, pois possui uma penetração mais suave e gradual. Isso pode implicar também em uma renovação celular menos intensa comparada a ácidos mais potentes. A escolha desse ácido é pela alternativa aos ácidos mais fortes que são mais agressivos principalmente às peles mais sensíveis e quando outros ácidos são contra-indicados.  É um ácido muito usado em peles rosáceas bem como pode ser usado para continuar os tratamentos em  peles desidratadas, envelhecidas, acneicas ou com alterações de pigmentação nas estações mais quentes do ano.

 Atenção! Não é porque esse peeling é menos agressivo que você pode relaxar nas aplicações de filtro solar.

Para manter uma pele linda, sugerimos uma linha de tratamento que combina técnicas que propiciam resultados mais satisfatórios na suavização de manchas de pele e linhas de expressão. Este tratamento é feito em etapas e antes de iniciá-lo é fundamental uma avaliação rigorosa de sua pele.

Primeiro passo – limpeza de pele para remover impurezas e promover a limpeza dos poros.

Segundo passo – realização de sessões de radiofreqüência que promoverão o aumento na produção de fibras colágenas da pele e nutrição tecidual propiciando que sua pele reaja de uma maneira mais eficaz ao tratamento.

Terceiro passo aplicação do peeling químico, feito com ácidos especialmente escolhidos de acordo com o tipo de pele e as necessidades de cada cliente. O objetivo do peeling é promover renovação celular com suavização de manchas e linhas de expressão.

Quarto passo – Para finalizar, o último passo do tratamento é uma sessão de hidratação que potencializará todos os resultados obtidos.

            O Peeling Químico é o queridinho do inverno, pois nessa estação a incidência de raios solares é menor. Logo, o interesse por esse procedimento aumenta muito nessa época do ano. Abaixo segue uma explicação do que é esse famoso Peeling Químico.

            Peeling é o nome dado ao procedimento onde se provoca a descamação da pele. O termo deriva do verbo “to peel”, que em inglês significa descascar. Quando o agente indutor desta esfoliação é químico damos o nome de “Peeling químico”.

            Como todo peeling, o objetivo é a renovação celular, de forma progressiva, estimulando a regeneração natural dos tecidos. Os peelings podem ser muito superficiais, superficiais, médios e profundos, dependendo da região da pele que atinge.

            Os peelings químicos podem ser indicados para o tratamento de várias alterações de pele como: manchas, cicatrizes e fotoenvelhecimento (envelhecimento pelo sol, que inclui rugas, flacidez, manchas senis, entre outras alterações).

            Os ativos escolhidos são geralmente ácidos, principalmente os ácidos orgânicos. A aplicação deles diminui a coesão dos corneócitos da epiderme (células superficiais da pele), como um esfoliante potente, favorecendo seu desprendimento e por conseqüência a renovação celular da pele. Alguns ácidos além de promoverem a esfoliação, favorecem também à estimulação da produção dos componentes da matriz dérmica (colágeno, por exemplo) bem como um aumento significativo da hidratação da mesma.

            O ácido pode variar sua composição e potencial terapêutico e irritativo. Primeiramente, após a avaliação se optará por um ácido ou uma combinação de ácidos. Após se verificará a concentração do peeling, ou seja, a porcentagem de ácido. Isso vai determinar a potência do produto, quanto maior a concentração, maior a potência, maior a descamação e também maior o risco de reações adversas. Outro item que influencia é o pH, quanto mais baixo (mais ácido), mais potente e com mais reações adversas.

            A escolha do peeling químico varia de pessoa para pessoa, assim como os resultados e as reações. A concentração pode variar também de acordo com as conseqüências na pele. Não há modo de prever a intensidade dos efeitos.


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